Vivo em Ação 2

De ARG Brasil

Em 2005, a Vivo financiou uma equipe de cientistas para pesquisar e desenvolver celulares com características especiais. Fazia parte do projeto a criação de um componente que aproveitaria a estrutura dos celulares já existentes, já que seu funcionamento exigia uma certa união do maior número possível de aparelhos.

O nome desse componente era Proteus. A intenção da Vivo era entender o íntimo de cada usuário e, assim, oferecer a eles serviços personalizados. Proteus captaria os desejos das pessoas, colocando em contato indivíduos com interesses comuns.

Enfim, uma rede benéfica de compartilhamento de medos e desejos.

O componente chegou a ser instalado em uma grande série de celulares, aguardando apenas os últimos ajustes para que fosse ativado e conectado à rede da Vivo. O problema é que, quando a empresa iria acionar o Proteus definitivamente, deparou-se com a impossibilidade de fazê-lo. Detectou-se uma dificuldade permanente de conexão, um bloqueio inexplicável que, em vez de captar desejos, começou a captar os medos das pessoas. A Vivo contou com a ajuda dos detetives para recuperar esses módulos e impedir que eles fossem usados para fins obscuros.

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